quarta-feira, maio 20, 2009

Criação de Marca: Mundo do Avestruz

A partir de agora gostaria de interagir mais com a moçada Designer, e partilhar alguns processos de criação de logos, algumas etapas e como pensei até chegar ao resultado final. Vamos começar com o Mundo do Avestruz, que foi um cliente excelente, bastante exigente, que fez com que eu buscasse leituras no símbolo que antes não tinha imaginado.

Como sempre, o início de qualquer trabalho de composição de marca vem com um estudo do segmento, e uns croquis em p&b para começar a orientar e nos dar rumos.



Como a 3ª proposta mostrou uma harmonia maior entre o símbolo do Avestruz, a Tipologia e o continente semicircular, o cliente pediu que as expressões da ave fossem amenizadas.



Após definir o croqui, começo a trabalhar as cores e ensaiar outros continentes. Com um estudo maior do “Case” do cliente, vimos que o avestruz precisava ser maior cartunizado, por se tratar de uma marca pra família, mais lúdica e divertida.



Mais um pequeno estudo de cores para definir de fato o padrão laranja:



E chegamos à definição do continente da marca, unindo com o mascote e a tipografia. Mais algumas modificações seriam solicitadas pelo cliente, como iremos ver mais na frente:



Fechamento do bico da ave, para o avestruz não apresentar uma expressão tão “estúpida” (palavras do cliente).



E uma diminuição no papo da ave e acréscimo de cílios que caracterizam a ave.







E pronto. A marca final, com aplicações tons de cinza, em preto e branco e negativado:

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domingo, maio 10, 2009

Nova Marca

Finalmente, um novo post, depois de tanto tempo... e pra brindá-lo, uma marca saindo do forno. BRANDER.

A idéia de Brander é o Criador de Marcas. O real significado é muito mais além, muito mais complexo, mas só com bastante calma, bastante meditação, vou explicar aqui. Por hora, enjoy my new Brand!

domingo, maio 01, 2005

Uma questão de justiça!

Ano passado, em um certo Blog, pessoas foram citadas e todas foram muito merecedoras dessas homenagens. Mas, por uma questão lógica, a única pessoa que não teve o prazer de ler palavras a respeito de si nesse mesmo blog, foi a autora dos textos! Então, por meio desse meio de comunicação, venho retificar uma injustiça e prestar um tributo a uma pessoa bacana, bem gente boa, que merece todo o confete do mundo: Gabriela Braga, esse texto é pra você!





Sabe aquelas pessoas nanicas, com aquele sorrisão que contagia, e uma meiguice ímpar? Todos nós conhecemos uma pessoa assim ao longo de nossa vivência! É aquela figura que compõe a nossa festa, nossa vida, e que marca pela simples presença. São pessoas assim que abraçamos, com a cabeça encostada no nosso peito, e no momento que envolvemos o braço, vemos aquela pessoa, tão pequena, tão engraçadinha, tal qual uma filha que envolvemos e damos aconchego, uma prima mais nova que consolamos, e no final, damos aquele beijinho na cabeça. É aquela pessoa que ri sem motivo aparente pra você, e fala com o olhar. Quem não conhece alguém assim, tão pequena no tamanho, mas com uma graça colossal, capaz de derreter nossas amarguras, nossas testas franzidas após um dia longo de trabalho!




Engraçado lembrar de quando conheci Gabraga. A impressão que tive, de primeira, é que ela não foi muito com minha cara! Até entendo bem esse mecanismo de defesa, que filtra as pessoas que entram nas nossas vidas, que procura testar um pouco até onde vai nossa sinceridade, talvez por medo, ou por receio de se machucar, de se entregar a uma amizade volúvel. Ou não! Talvez seja seu jeito mesmo! Difícil afirmar!
Exigente e complacente ao mesmo tempo, é capaz de abraçar o mundo e se machucar quando o acalento não atinge seu intuito. Esse paradoxo gera uma pessoa meiga, simples, sorridente, dinâmica, positiva, mas também carrega simples angústias, revoltas, receios, paixões e diversas coisas que são difíceis de descrever. Mas poucos conseguiram descrever a alma humana com exatidão, de maneira universal. Não serei eu agora que conseguirei.


Talvez, Gabi, no seu 40º aniversário, eu tenha uma visão diferente, mais esclarecida, que possa definir sua psiquê melhor...! Ou não! Talvez seu jeitinho menina-mulher seja o mesmo até lá, o que não seria uma surpresa!


Gabi é uma pessoa que dá vontade de colocar na prateleira pra poder ficar do lado dos anjinhos de cerâmica, dos porta-incensos, pois uma pessoa tão graciosa não teria um lugar melhor pra ficar, senão do lado de seres tão graciosos quanto!
Você, Gabriela, viveu coisas, e muitas outras estão por vir. Muitos tropeços a dar, muitos calos da longa caminhada estão esperando seus primeiros passos rumo à grandeza, muitas cabeçadas para aprender os reveses e percalços da vida, embora tropeços imensos já tenham sido dados, calos cultivados, cabeçadas em paredes de concreto dadas. É assim mesmo! É a vida!



Tanto já aconteceu! Já administrou mercado, já trabalhou em rádio, já fez programa-piloto de TV! Amou, chorou, curtiu, viveu, se emocionou, estudou, continua estudando, viajou, conheceu pessoas, lugares, coisas, teve experiências boas e ruins,como diversas pessoas do mundo todo já teve! Mas uma coisa faz você ser única, ou melhor, duas palavras: Gabriela Braga.



Gosto de usar exclamações para dar ênfase em certas frases, para dar uma emoção especial a elas. Nesse texto, incluindo o título, 21 exclamações foram utilizadas. Parabéns, Gabi, Nemo, Gabra Safada, Bi, entre diversos outros apelidos, pela sua 21ª primavera. Te curto muito, e conheço uma pá de pessoas que compartilham dessa opinião. Acredito que abaixo elas deixarão seus respectivos recados pra vc. Beijos! (essa exclamação é pra o próximo ano, 22 anos, que com certeza vamos virar essa tequila aí...)


sábado, abril 02, 2005

O que diferencia as pessoas? A forma de pensar.

Engraçado como certas coisas nos diferenciam de outras pessoas por uma questão de postura. Um fato acontecido já a um tempo me fez pensar sobre isso, quando hoje minha mente viajou e me fez lembrar disso. E me deu vontade de escrever esse texto.

Certa vez, eu estava fazendo umas das coisas que mais gosto: tomar cerveja na praia, lendo um livro. Eu, chegando do trabalho pela tarde, volta de umas 15:00, e tendo a tarde livre, chego a uma barraca de praia de um amigo meu, e começo meu ritual: tirar os sapatos, desabotar a calça (com a camisa por fora, pra cobrir, e não tornar meu momento de conforto um atentado ao pudor...), pasta na cadeira ao lado, acendo um cigarro, peço uma cerveja, abro a pasta, pego o livro, e começo a ler. Ler descompromissadamente, meio que desatento com o que acontece ao redor, pois estou num lugar que considero seguro.

A Barraca de Bomba (nome como eu chamo a barraca de praia, em homenagem ao dono, Josevaldo, que é forte mesmo sem ir pra academia, por isso o apelido) fica num trecho da praia de Ondina emparelhada com diversas outras, em uma Laje de concreto feita na praia logo abaixo da balaustrada. A barraca, por sua vez, tem sombreiros na laje e abaixo dela, na areia da praia.

Eu estava acima, na laje, como disse, lendo descompromissadamente, quando esquadrinho toda a praia para ver o movimento. E nesse momento eu vi.

Vi uma senhora com uma criança no colo, um sobreiro de distância do meu, mas ela estava na areia. Essa seria uma cena corriqueira em plena quinta-feira de tarde não fosse por um fato. A criança apresentava desformidades pelo corpo. Era diminuta, mesmo para uma criança de pouca idade, com forma esquálida, e rugas pelo corpo todo, como se tivesse uma única marca de queimadura que teria consumido seu corpo inteiro. Os dedos da mão eram unidos, e ele não tirava do olho, como se estivesse coçando o mesmo. Mas depois eu vi, a criança não tinha olho nas órbitas. Os dedos ficavam enfiados no buraco do olho. Mas, não fosse tudo isso, tinha outro detalhe que partia meu coração: a criança chorava copiosamente, sem lágrimas, mas com um grito de criança que sente dor. E fiquei me perguntando, com uma curiosidade até normal para aquele momento, se essa dor seria crônica ou não.
Nesse momento, olhei e vi que a praia seria, tanto para a mãe quanto para a criança, um prazer único. Algo que normalmente ambos não poderiam estar se dando ao luxo de fazer sempre. Pensei no desprendimento que uma mãe deve praticar para ser mãe nessas circunstâncias (sim, é mais fácil ser mãe de uma criança saudável). Pensei na dor, se crônica. Pensei como seria uma criança estar naquela situação, além de ser deformada, cega, e sentindo dor. Pensava tudo isso e via a forma da mãe fazer carinho nele, e de como ela esfregava sua bochecha na cabecinha calva do menino. Pensei em coisas que não saberia descrever, mas isso tudo foi interrompido pelo que aconteceu ao lado.

Casal formado de piriguete+putinho, chegam à barraca e pedem uma cerveja, assim como eu. Mas, ao verem a cena da mãe com o filho, a piriguete grita! E não satisfeita com o gritinho típico que deu, levantou, puxando o namorado pelo braço, dizendo: - Vem, bem! Vamos pra outra barraca do lado!

Acredito que aquela cena era algo que o casal não estava disposta a ver naquele momento, não importando se as pessoas que eles repudiavam ouviram o protesto insoso da aspirante a puta! Não importando se ouvir insultos de aculturados, apedeutas e ignóbeis como ela seria até uma rotina para pessoas desprendidas, que se dão o prazer de ir à praia curtir um sol na praia.

E eu acho incríve como uma simples forma de encarar as coisas, de ver fatos, diferencia as pessoas de maneira tão profunda. Onde existe repulsa, pode haver compaixão? E no lugar da compaixão, não poderíamos apenas nos projetar e agradecer pela nossa saúde à Deus? E você, caro amigo, que leu a descrição da criança, logo acima, o que pensou? O que passou pela sua cabeça?

Pensem nisso!
Texto dedicado a todas as mães de verdade!

domingo, fevereiro 20, 2005

Fusão e Fissão Emocionalmente Nuclear

Acredito em atração de opostos, ou melhor, acredito em Fascinação pelo novo, pelo desconhecido, pelo desafio. Quando falo de RELACIONAMENTO, opostos tendem a gerar um fenômeno físico chamado fissão Nuclear.


Fissão Nuclear é uma reação em cadeia, resultante do choque de nêutrons com núcleos atômicos, gerando novos choques consecutivos. É com Fissão Nuclear que a energia é lançada para fora do núcleo do átomo.

Essa energia, além de não ser renovável, por vezes se torna cara, necessita de uma atenção muito grande por parte dos seus responsáveis, e com certeza é perigosa quando manipulada incorretamente.

Uma Fusão Nuclear já é diferente. Esta gera uma quantidade grande de energia quando núcleos atômicos são unidos. Um elemento químico se torna maior, mais pesado, gerando energia. No exemplo, o sol é o maior exemplo de energia gerada sem que a mesma seja expansível.

Fissão e Fusão... ambos fenômenos liberam quantidades exorbitantes de energia, com grandes diferenças... A fusão agrega, gera núcleos mais fortes, maiores (temos o sol brilhando e gerando energia por milhões de anos, e por mais outros milhões ele ainda estará assim, gerando e mantendo a vida). Já na fissão, a vida pode ser mantida, com a geração de energia termo-elétrica nas usinas nucleares (energia essa que deve ser bastante monitorada). Em resumo, a fissão espalha elementos químicos, expande e, por fim, destrói. A fusão une.

O amor é engraçado. Ele faz transbordar pela nossa pele diversas sensações, complementares e contraditórias ao mesmo tempo, e sempre podemos nos perguntar quando precisaremos de algumas gramas de urânio para reacender o nosso reator. É bom estar apaixonado... melhor ainda é amar. Atração de opostos? Não acredito nisso. Acredito que matéria e Anti-matéria não podem coexistir. Acredito em harmonia quântica, em junção relativa e, mais importante, acredito no poder da fusão nuclear.

Lembrando que a fusão também tem outra propriedade. No caso do sol, "átomos" de hidrogênio se fundem, e geram núcleos atômicos (que no hidrogênio, é de massa=1) com o dobro da massa, semelhante ao hélio (um gás nobre). O núcleo composto se move com maior rapidez. A fusão também transforma os envolvidos. E transforma para melhor.

Fissão Nuclear? Isso eu deixo para os mais jovens, que ainda tem muito a descobrir sobre a vida, sobre a alma gêmea, geralmente indecifrável e controversa, porém fascinante e envolvente. Assim como a física, que está em eterno crescimento e descobrimento.

Senhores físicos, me perdoem. Sou um mero escritor. Nada entendo de física mesmo... mas entendo de amor.

quarta-feira, janeiro 26, 2005

Doc. Jekyll and Mr. Hyde

Eu viajo com certas coisas que vejo na internet... é incrível como, em determinados casos, acabo lembrando do livro "A estranha relação entre o Dr. Jekyll e o Sr. Hyde", ou o Mèdico e o Monstro, em outra versão.

O frágil e simples Dr. Jekyll, um típico médico-gentleman inglês, tinha uma grande obsessão: expurgar de seu ser todo o mal que havia em seu coração e em sua alma. Após muito pesquisar, conseguiu chegar em um extrato singular, para atingir seu objetivo. Bem, quem leu o livro sabe bem o que aconteceu: ao invés de expulsar seu lado maligno, ele o fez aflorar, saltando para o mundo exterior o alter-ego do Dr. Henry Jekyll, o Sr. Edward Hyde.

Hyde era um assassino, sociopata, estuprador, tudo de ruim que uma pessoa pode ser. No fim do livro, o Dr. Jekyll, vendo que nada poderia fazer para controlar seu lado mal, comete suicídio, como única forma de livrar o mundo do famigerado Hyde.

O extrato do Dr. Jekyll é algo como a internet: livre de todo pudor e grilhões sociais, as pessoas tendem a fazer tudo aquilo que sempre teve vontade, mas nunca pôde (digo grilhões sociais tudo aquilo que tolhe nossos atos mais nefastos, como urinar no muro do vizinho quando ninguém está olhando, por exemplo).

Pedro Bial, certa vez falando de acusações num Chat da Globo.com, a respeito da verassidade do BBB, disse que a internet criou uma nova legião de covardes, os covardes virtuais, que usam a segurança de suas casas para agredir, acusar, xingar outras pessoas e desrespeitar outrem das maneiras mais vis possíveis.

Ah! Que saudade de Gregório de Mattos e Guerra. Que saudade de uma época onde esperávamos ansiosos 3, 4 dias por uma cartinha enviada por uma tia ou uma prima de São Luís do Maranhão. Que falta eu sinto de uma época onde as coisas eram mais difíceis, porém mais gostosas, mais proveitosas. Atualmente, como enviar uma carta-virtual é tão simples, podemos ter o despaupério de criar um e-mail novo para xingarmos nosso patrão, criar um perfil no orkut para sair desacatando nossos desafetos, ou até mesmo mandar aquele e-mail com um executavelzinho anexado, capaz de devorar todo o seu HD, até mesmo quando sua monografia de conclusão de curso estiver salvo nos Meus Documentos.

Bem, mas para tudo tem remédio. Se a internet está para o extrato do DR. Jekyll, assim como o facínora virtual está para o Sr. Hyde,... então o suicídio que deu o desfecho da história está para uma falha de conexão. Abaixo Tícios Câmaras e toda sua corja de covardes virtuais. Pelo menos o Sr. Hyde mostrava a cara. Ele era mais homem... ou mulher...

sexta-feira, dezembro 24, 2004

Meu primeiro Blog

Bem, meu primeiro post no meu blog é mais pra avisar q ele está vindo aí... e estará com uma cara q eu mesmo vou procurar fuçar a template para personalizar. Aqui estarei disponibilizando meus trabalhos mais recentes, e tbm um pouco do que penso sobre diversas situações que rolam no nosso cotidiano...

Bem, acho q é isso... aguardem atualizações! Fortes Abraços!!!